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EXPEDIENTE

PROFINEWS BRASIL
Edição nº 24 - Março 2011

PROFINEWS BRASIL é uma publicação eletrônica bimestral da ASSOCIAÇÃO PROFIBUS, distribuída a seus associados, fornecedores e usuários das tecnologias PROFIBUS e AS-i.

 

DIRETORIA EXECUTIVA 2009/2012

Marco Padovan (Sense)
Diretor Presidente

Leandro Torres (SMAR)
Diretor Vice Presidente Tesoureiro

Robert Gries Drumond (Siemens)
Diretor Vice Presidente Secretário

Adriano Oliveira (SMAR)
Diretor de Marketing

Silas Anchieta
Diretor Executivo

 

JORNALISTA RESPONSÁVEL

Sílvia Bruin Pereira
(MTb 11.0065 / MS 5936)

Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores. É vedada a reprodução total ou parcial dos textos e ilustrações desde newsletter, sob pena de sanções legais. São tomados todos os cuidados razoáveis na preparação do conteúdo das matérias e, caso haja enganos em textos ou desenhos, será publicada errata na primeira oportunidade.

 


Associação PROFIBUS
Caixa Postal 11.063-9 - CEP 05422-970
São Paulo, SP. Telefone/Fax: (11) 2849-3202
e-mail: profibus@profibus.org.br
site: www.profibus.org.br.

 

ARTIGO TÉCNICO

PROFIBUS ‚Äď Fique por dentro do DPV2 na pr√°tica

Márcio Venturelli, Gerente de Novos Negócios e Tecnologia da Fertron Controle e Automação Industrial Ltda.
venturelli@fertron.com.br

 

Muito já conhecemos sobre a tecnologia PROFIBUS, que está em constante evolução técnica e temos a oportunidade de conviver com as novidades que se originam do trabalho da Associação PROFIBUS Brasil. Pois bem, ao escrever este artigo, assim como outros, sempre nos colocamos do lado do leitor, que vive o mundo prático de como essa evolução impacta no dia a dia de um técnico ou engenheiro de manutenção. Com isso, preparamos um breve descritivo prático da versão DPV2 do PROFIBUS, onde se caracteriza na rede na camada de aplicação de acordo com o modelo OSI, sendo este detalhamento já comentado no Manual de Referência PROFIBUS.

Primeiro √© importante entender que as vers√Ķes s√£o melhorias num processo natural onde os usu√°rios finais necessitam constantemente de recursos para melhorar processos de conectividade, sejam elas de controle, seguran√ßa ou gest√£o da informa√ß√£o.

Vejamos a seguir ent√£o o quadro das vers√Ķes DP do PROFIBUS.

Modo tempo de ciclo determinístico
Em modos práticos o determinismo de rede é a capacidade que o sistema tem de ao enviar uma mensagem ter a certeza que de esta foi recebida ou não, esse termo então nos remete a parte da segurança da informação.

Vocês podem estar se questionando, mas a rede PROFIBUS não é determinística?

Sim a rede PROFIBUS √© determin√≠stica, por√©m com este modo definido no DPV2 eu consigo, por exemplo, definir um conjunto de tempo de num ciclo, isto √©, posso configurar um subsistema l√≥gico onde este tempo eu defino, por exemplo, para a√ß√Ķes de seguran√ßa de controle ou eventos.

 

Modo isócrono
Primeiro √© importante entender o que √© Isocronia, o termo significa “ao mesmo tempo”, que vem do grego.

Com esta defini√ß√£o eu j√° consigo entender o conceito, na rede, por exemplo, imagine que eu queira definir um tempo real de comunica√ß√£o entre o mestre e um escravo qualquer, gerenciando a mensagem no barramento, somente neste tempo as a√ß√Ķes de comunica√ß√£o s√£o acionadas.

Mas o que acontece na pr√°tica, o que eu tenho de vantagem?

Ocorre que com isso voc√™ consegue fazer um tracking de rede, isto √©, consegue-se rastrear as informa√ß√Ķes que est√£o sendo trafegadas no tempo, gerando eventos definidos, para tomada das a√ß√Ķes ou gest√£o da informa√ß√£o.

 

Comunicação escravo-escravo (dados)
Esta fun√ß√£o foi um dos grandes diferenciais para controle na rede ou interven√ß√Ķes de seguran√ßa, na pr√°tica eu consigo fazer um escravo escrever em outro escravo sem a necessidade de um mestre.

A grande vantagem disto é a eliminação do overhand, que é o tempo para as trocas dos tokens que o mestre executa, podendo eliminar até 90% do tempo de resposta, além de adicionar funcionabilidade que antes dependiam do mestre.

 

Publisher/Subscriber
O conceito de Publisher é quem está editando, mandando na rede, isto é, que comanda. No conceito de mestre escravo é o mestre que tem esse papel e o slave tem o papel de subscriber.

At√© a√≠ tudo bem, por√©m com o DPV2 eu consigo estas fun√ß√Ķes entre slaves, isto √©, um slave pode-se publicar e editar uma informa√ß√£o na rede, e o slave responder como um subscriber, na verdade esse √© o conceito complementar do item anterior de comunica√ß√£o escravo-escravo, com as vantagens j√° discutidas.

 

Sincronização de clock e time stamp
Esta condição é mais um complemento de segurança; lembra-se do determinismo? Pois bem, o que ocorre então se eu, por exemplo, configurar o sistema, inclusive seu modo de tempo e o slave não responder?

A√≠ entra esta op√ß√£o da DPV2 time stamp, na pr√°tica eu posso configurar alarmes baseado em diagn√≥stico e falhas com pr√©-condi√ß√Ķes classificadas, isto √©, posso definir se √© somente um evento para indica√ß√£o, ou se o mesmo tem alta criticidade e deve necessariamente tomar uma a√ß√£o de seguran√ßa por prioridade na rede.

 

Upload e Download
Essa é uma função no DPV2 também chamada de segmentação, pois podemos fazer upload e download de um conjunto de dados, consistente, para um bloco ou conjunto de segmentos.

Na prática o que ocorre é que podemos nesta carga de serviço fazer a chamada carga de extensão de função, isto é, Iniciar uma carga de informação, fazer o download da informação, fazer o upload da informação e finalizar a transferência com um check de sucesso ou não, dentro de um elemento ou segmento, tudo isso de forma on-line, por exemplo.

 

Redund√Ęncia
Mais uma vez estamos falando em segurança, nesta condição no DPV2 é possível eu ter, por exemplo, dois slaves comunicando em modo safe, isto é, em alguma condição pré-configurada, por exemplo, se um falhar, outro assume mantendo a disponibilidade do dispositivo e da planta.

Importante entender que estamos falando de um conceito de aplica√ß√£o, pois quanto de trata de sistemas safe, sejam eles em redes exclusivas ou juntas com controle, h√° diversos elementos que comp√Ķe perif√©ricos de falha-segura, portanto o importante entender √© esta capacidade de trabalhar de forma redundante.

 

HART no DP
√Č ineg√°vel a quantidade de dispositivos HART que ainda operam em nossas plantas, sabendo que a evolu√ß√£o para o PROFIBUS como op√ß√£o, sempre pensamos, e agora o que fa√ßo com meu parque de instrumentos que se comunicam em HART, com tentar manter o meu custo de propriedade ainda por um per√≠odo, para eu poder investir de forma segmentada numa substitui√ß√£o e update.

As associa√ß√Ķes HART e PROFIBUS em coopera√ß√£o asseguram esta conformidade, que na pr√°tica eu consigo montar um conjunto de instrumentos conectados a um mestre HART, por exemplo, que √© um slave PROFIBUS, garantindo entre eles interoperabilidade e na camada PROFIBUS acesso a dados de forma transparente ao instrumento, com isso por exemplo, a altera√ß√£o ocorre nas cabe√ßas de comunica√ß√£o, isto √© nos slaves, que t√™m conectados a eles o instrumentos HART comunicando de forma comum.
Conclu√≠mos aqui que no DPV2 obtivemos diversas melhorias, principalmente no que se refere √† seguran√ßa do tr√°fego de comandos, permitindo a√ß√Ķes de derivadas no tempo, com isso se permite uma otimiza√ß√£o do segmento, resultando em melhoria de disponibilidade e a√ß√£o segura, al√©m de poder conviver com outro tipo de informa√ß√£o na rede, por exemplo, o HART.

As informa√ß√Ķes aqui contidas n√£o esgotam o assunto, mesmo porque as mesmas t√™m o objetivo de informar de uma maneira pr√°tica, principalmente a usu√°rios que n√£o tem oportunidades de trabalhar no n√≠vel de engenharia destas redes, mas conhecendo estes conceitos de forma usual, poder√£o utilizar melhor esta tecnologia, tanto em especifica√ß√£o, quanto em manuten√ß√£o, resultando na continuidade da evolu√ß√£o das vers√Ķes DPV, que venha a DPV3, aguardemos.


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