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	<title>PI Brasil &#8211; Associação PROFIBUS / PROFINET / ASi</title>
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		<title>Redundância do sistema PROFINET em data centers de última geração</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 21:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Incorporando alta disponibilidade em redes de infraestrutura crítica O data center moderno está passando por uma transformação fundamental. Impulsionadas por inteligência artificial, aprendizado de máquina e cargas de trabalho de computação de alto desempenho, as novas instalações estão crescendo em escala e complexidade. Os campus de hiperescala agora consomem energia em níveis anteriormente associados a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span dir="auto">Incorporando alta disponibilidade em redes de infraestrutura crítica</span></strong></em></p>
<p><span dir="auto">O data center moderno está passando por uma transformação fundamental. Impulsionadas por inteligência artificial, aprendizado de máquina e cargas de trabalho de computação de alto desempenho, as novas instalações estão crescendo em escala e complexidade. Os campus de hiperescala agora consomem energia em níveis anteriormente associados a instalações de manufatura industrial, enquanto sistemas avançados de refrigeração líquida, estações de tratamento de água, sistemas de armazenamento de energia em baterias e redes de distribuição elétrica em escala de concessionária estão se tornando componentes padrão do ambiente de data center. Como resultado, as tecnologias operacionais responsáveis ​​pelo gerenciamento desses sistemas físicos tornaram-se tão críticas para o tempo de atividade quanto os servidores que suportam.</span></p>
<p><span dir="auto">Historicamente, os esforços de resiliência de data centers se concentraram principalmente na redundância de equipamentos. Os projetistas especificavam alimentações de serviços públicos redundantes, geradores de reserva, sistemas de alimentação ininterrupta (UPS), chillers, torres de resfriamento, bombas e conexões de rede. Embora essas estratégias continuem essenciais, elas abordam apenas parte do desafio da disponibilidade. A infraestrutura que coordena e controla esses ativos depende cada vez mais de sistemas de automação em rede. Se as comunicações ou os controladores falharem, a presença de equipamentos mecânicos ou elétricos redundantes por si só pode não garantir a operação ininterrupta.</span></p>
<p><span dir="auto"><img decoding="async" class=" wp-image-13352 alignright" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/PROFINET-_rgb_2020-300x119-1.webp" alt="" width="209" height="83" />Essa realidade está impulsionando um crescente interesse em tecnologias de redes industriais de alta disponibilidade. O PROFINET oferece uma arquitetura projetada para eliminar pontos únicos de falha em sistemas de automação, mantendo caminhos de comunicação redundantes, relações redundantes entre controladores e sistemas de controle sincronizados. Recursos como Redundância de Mídia e Redundância S2 representam componentes-chave dessa estratégia mais ampla de Redundância de Sistema, permitindo a operação contínua mesmo quando a infraestrutura de rede ou os controladores de automação ficam indisponíveis.</span></p>
<p><span dir="auto">À medida que as instalações de hiperescala e focadas em IA continuam a evoluir para ambientes de infraestrutura em escala de serviços públicos, a redundância de sistema PROFINET oferece uma estrutura comprovada para atingir os objetivos de disponibilidade exigidos pelos operadores de data centers modernos.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Da infraestrutura de TI à infraestrutura industrial</span></strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13351" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_1893523274-Large-1024x576-1.jpeg" alt="" width="663" height="373" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_1893523274-Large-1024x576-1.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_1893523274-Large-1024x576-1-300x169.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_1893523274-Large-1024x576-1-768x432.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_1893523274-Large-1024x576-1-555x312.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_1893523274-Large-1024x576-1-600x338.jpeg 600w" sizes="(max-width: 663px) 100vw, 663px" /></p>
<p><span dir="auto">Durante décadas, os centros de dados foram vistos principalmente sob a ótica da tecnologia da informação. Os servidores dentro do edifício representavam a principal fonte de valor, enquanto os sistemas de distribuição de energia, os equipamentos de refrigeração e os controles das instalações eram considerados infraestrutura de suporte. Hoje, essa distinção está se tornando cada vez mais tênue.</span></p>
<p><span dir="auto">Os clusters de IA modernos podem exigir uma densidade de energia várias vezes maior do que os ambientes de computação tradicionais. Em resposta, os operadores estão implementando arquiteturas de resfriamento cada vez mais sofisticadas, que incluem resfriamento direto no chip, unidades de distribuição de resfriamento, sistemas de bombeamento de grande escala, trocadores de calor, processos avançados de tratamento de água e plataformas de gerenciamento de energia altamente automatizadas. Simultaneamente, os sistemas elétricos estão se expandindo para incluir distribuição de média tensão, microrredes, sistemas de armazenamento de energia em baterias, usinas geradoras e monitoramento avançado da qualidade da energia. À medida que essas instalações continuam a crescer, elas se assemelham cada vez mais a plantas de processos industriais do que a edifícios de escritórios convencionais. A própria camada de infraestrutura tornou-se um ambiente de missão crítica que exige visibilidade, coordenação e controle contínuos.</span></p>
<p><span dir="auto">Nesse ambiente, os sistemas de automação funcionam como o sistema nervoso operacional da instalação. Milhares de sensores, inversores, controladores, relés, medidores e dispositivos de campo trocam informações continuamente para regular a capacidade de refrigeração, gerenciar o fluxo de água, coordenar a geração de energia de reserva, balancear as cargas elétricas e fornecer dados para sistemas de supervisão, como Sistemas de Gerenciamento Predial (BMS), Sistemas de Monitoramento de Energia Elétrica (EPMS) e plataformas de Gerenciamento de Infraestrutura de Data Center (DCIM). A disponibilidade dessas redes de automação está, portanto, se tornando indissociável da disponibilidade do próprio data center.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Alta disponibilidade como requisito do sistema<br />
</span></strong><span dir="auto">As estratégias tradicionais de redundância partem do pressuposto de que as falhas de equipamentos representam a principal ameaça ao tempo de atividade. Consequentemente, os operadores frequentemente implementam níveis de redundância N+1, 2N ou até mesmo superiores em suas instalações. Embora essas abordagens resolvam com sucesso as falhas de ativos individuais, elas não eliminam necessariamente as vulnerabilidades na infraestrutura de controle responsável pela coordenação desses ativos.</span></p>
<p><span dir="auto">Considere um sistema de refrigeração composto por múltiplos chillers e sistemas de bombeamento redundantes. Embora a redundância mecânica possa estar totalmente implementada, uma falha de comunicação que impeça os controladores de coordenar esses ativos pode criar desafios operacionais. Da mesma forma, uma usina geradora de reserva pode ter capacidade suficiente para suportar uma interrupção no fornecimento de energia da concessionária, mas falhas nos controladores durante uma transferência de energia ainda podem afetar o desempenho do sistema.</span></p>
<p><span dir="auto">Consequentemente, a disponibilidade deve ser vista como uma característica de todo o sistema, e não como uma propriedade de equipamentos individuais. A rede de comunicações, os controladores e os dispositivos de campo devem contribuir para uma arquitetura operacional resiliente. É nesse contexto que a redundância do sistema PROFINET se torna particularmente relevante.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Entendendo a redundância do sistema PROFINET<br />
</span></strong><span dir="auto">A redundância do sistema PROFINET foi projetada para manter a operação contínua apesar de falhas no ambiente de automação. Em vez de se concentrar em um único componente, ela fornece uma estrutura abrangente de alta disponibilidade que aborda múltiplos modos de falha potenciais. Dentro dessa estrutura, a redundância de mídia e a redundância S2 servem como recursos fundamentais que trabalham em conjunto para suportar a disponibilidade geral do sistema.</span></p>
<p><span dir="auto">A redundância de mídia resolve falhas na própria infraestrutura de comunicação. A redundância S2 resolve falhas no nível do controlador, permitindo que dispositivos de campo se comuniquem com múltiplos controladores. Juntas, essas capacidades apoiam o objetivo mais amplo da redundância de sistema: manter o controle ininterrupto de processos críticos, apesar de falhas em redes, dispositivos ou controladores. A redundância de mídia e a redundância S2 devem ser vistas como elementos complementares de uma arquitetura holística de alta disponibilidade.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Redundância de mídia e disponibilidade de rede<br />
</span></strong><span dir="auto">A redundância de mídia oferece proteção contra falhas na rede de comunicação física por meio do Protocolo de Redundância de Mídia (MRP). Em uma arquitetura convencional, um cabo danificado, uma falha em um switch de rede ou uma desconexão acidental podem interromper a comunicação entre controladores e dispositivos de campo. Essas falhas podem resultar em perda de visibilidade, desempenho de automação degradado ou interrupções de processo.</span></p>
<p><span dir="auto">Em uma arquitetura PROFINET de alta disponibilidade, caminhos de comunicação redundantes permitem que os dados continuem fluindo mesmo quando partes da rede ficam indisponíveis. A comunicação pode transitar automaticamente para um caminho alternativo sem a necessidade de intervenção manual. Para data centers, essa capacidade é particularmente valiosa, pois os ativos de infraestrutura são frequentemente distribuídos por grandes campus.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Redundância S2 e disponibilidade do controlador<br />
</span></strong><span dir="auto">Enquanto o MRP lida com falhas na infraestrutura de rede, a Redundância S2 lida com falhas no nível do controlador de automação. Em uma arquitetura S2, um dispositivo de campo PROFINET estabelece relações de comunicação tanto com um controlador primário quanto com um controlador de backup. Embora apenas um controlador direcione ativamente o processo, o dispositivo de campo permanece conhecido por ambos os sistemas. Ao garantir que os dispositivos permaneçam acessíveis aos controladores redundantes, a Redundância S2 estende a disponibilidade além da camada de rede, atingindo a própria camada de controle.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Redundância de sistemas em toda a infraestrutura do data center</span></strong></p>
<p><span dir="auto"><img decoding="async" class="wp-image-13350 aligncenter" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/redundancy-1024x666-1.webp" alt="" width="693" height="451" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/redundancy-1024x666-1.webp 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/redundancy-1024x666-1-300x195.webp 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/redundancy-1024x666-1-768x500.webp 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/redundancy-1024x666-1-555x361.webp 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/redundancy-1024x666-1-600x390.webp 600w" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" /><br />
<em>Por meio de um único ponto de acesso à rede (NAP), a redundância S2 pode criar conexões com dois controladores separados.</em></span></p>
<p><span dir="auto">O verdadeiro valor da redundância de sistemas emerge quando essas capacidades são aplicadas a aplicações de infraestrutura de missão crítica.</span></p>
<p><span dir="auto">Em centrais de refrigeração, os controladores coordenam a operação de chillers, torres de resfriamento, trocadores de calor, bombas e instrumentação associada. O MRP protege a comunicação entre os equipamentos distribuídos, enquanto a redundância S2 garante que os dispositivos de campo permaneçam disponíveis para os controladores redundantes. Juntas, essas funcionalidades permitem a operação ininterrupta do sistema de refrigeração, mesmo durante falhas de comunicação ou de controladores.</span></p>
<p><span dir="auto">Os mesmos princípios se aplicam aos sistemas de refrigeração líquida. Os data centers de IA dependem cada vez mais de unidades de distribuição de refrigeração, circuitos secundários de refrigeração, sistemas de monitoramento de temperatura e arquiteturas de bombeamento inteligentes. A redundância do sistema fornece uma base tolerante a falhas capaz de suportar essas arquiteturas de refrigeração de última geração.</span></p>
<p><span dir="auto">Os sistemas de energia elétrica representam outra área de aplicação crítica. Usinas geradoras, painéis de média tensão, controles de sincronização, sistemas de proteção e ativos de armazenamento de energia em baterias dependem de comunicações confiáveis ​​e automação coordenada. Por meio das capacidades combinadas de MRP e Redundância S2, a Redundância de Sistema ajuda a garantir que falhas no controlador ou na rede não comprometam a continuidade operacional durante eventos críticos.</span></p>
<p><span dir="auto">Os sistemas de gestão de água também se beneficiam de uma arquitetura de alta disponibilidade. Estações de tratamento de água, sistemas de filtração, processos de tratamento químico, estações de bombeamento e sistemas de armazenamento dão suporte, cada vez mais, aos objetivos operacionais e de sustentabilidade em complexos de grande escala. A redundância do sistema ajuda a garantir que a infraestrutura hídrica crítica permaneça operacional mesmo quando ocorrem falhas em componentes individuais do sistema.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Habilitando arquiteturas BMS, EPMS e DCIM<br />
</span></strong><span dir="auto">As operações de data centers dependem cada vez mais de plataformas de gerenciamento de nível empresarial que agregam dados de milhares de dispositivos em toda a instalação. Nessa arquitetura, o PROFINET serve como base operacional, conectando sensores, instrumentos, drives, controladores e dispositivos de campo. A redundância de mídia ajuda a garantir a disponibilidade contínua de dados de ativos distribuídos. A redundância S2 melhora a resiliência do controlador. Juntas, essas capacidades suportam a redundância de sistema, que, por sua vez, aumenta a confiabilidade das informações que fluem para as plataformas de supervisão.</span></p>
<p><span dir="auto"><strong>Conclusão</strong><br />
</span><span dir="auto">A próxima geração de data centers é definida não apenas pelo desempenho computacional, mas também pela sofisticação da infraestrutura que o suporta. A Redundância de Sistema PROFINET aborda esse desafio por meio de uma arquitetura em camadas de alta disponibilidade. A Redundância de Mídia protege os caminhos de comunicação. A Redundância S2 protege as relações entre os controladores. Juntas, elas contribuem para uma estratégia abrangente de Redundância de Sistema que mantém a operação contínua mesmo diante de falhas na rede ou no ambiente de automação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Conteúdo traduzido. Texto original disponível no <a href="https://profinews.com/2026/09/profinet-system-redundancy-in-next-gen-data-centers/" target="_blank" rel="noopener">site da PI</a>.</em></p>
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		<title>O que a PROFINET traz para a mesa: a Lei de Ciber-Resiliência da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 21:14:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A automação industrial está entrando em uma nova era regulatória. A partir de 11 de dezembro de 2027, a Lei de Resiliência Cibernética (CRA) da UE exigirá que os fabricantes de &#8220;produtos com elementos digitais&#8221; incorporem a segurança cibernética desde a sua concepção. As obrigações de reporte entram em vigor ainda antes, neste mês (setembro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13346" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/PI-Security_feature.jpg" alt="" width="560" height="315" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/PI-Security_feature.jpg 960w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/PI-Security_feature-300x169.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/PI-Security_feature-768x432.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/PI-Security_feature-555x312.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/PI-Security_feature-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><span dir="auto">A automação industrial está entrando em uma nova era regulatória. A partir de 11 de dezembro de 2027, a Lei de Resiliência Cibernética (CRA) da UE exigirá que os fabricantes de &#8220;produtos com elementos digitais&#8221; incorporem a segurança cibernética desde a sua concepção. As obrigações de reporte entram em vigor ainda antes, neste mês (setembro de 2026). Para quem desenvolve ou implementa dispositivos habilitados para PROFINET, a pergunta é óbvia:</span></p>
<blockquote><p><span dir="auto">Quanto disso já está contemplado no protocolo e quanto ainda depende do fabricante?</span></p></blockquote>
<p><strong><span dir="auto">A PI publicou recentemente um relatório técnico que responde exatamente a essa pergunta.</span></strong></p>
<p><strong><span dir="auto">Resumo da gestão<br />
</span></strong><span dir="auto">O novo white paper é direcionado a fabricantes, distribuidores e integradores de produtos. Ele resume como o PROFINET pode contribuir para a conformidade com a regulamentação de conformidade da UE (CRA) de produtos que implementam a tecnologia. O documento identifica as opções tecnológicas oferecidas pela especificação PROFINET, incluindo os recursos introduzidos na versão mais recente, a especificação PROFINET V2.5.</span></p>
<p><span dir="auto">O PROFINET fornece uma base para a conformidade com o Regulamento de Produtos de Consumo da UE (EU CRA). Como o EU CRA se refere a produtos, e não a protocolos, um padrão (como o PROFINET) não pode garantir a &#8220;conformidade automática&#8221; com o EU CRA para qualquer produto. Medidas que vão além da especificação PROFINET são necessárias para a conformidade com o EU CRA.</span></p>
<p><span dir="auto">A conformidade deve ser avaliada individualmente para cada produto pelo fabricante. Além disso, a conformidade com a CRA da UE não implica automaticamente a necessidade de implementar funcionalidades específicas do protocolo. Em todos os casos, deve ser realizada uma avaliação de risco de cibersegurança específica para cada produto, a fim de determinar os elementos técnicos necessários para a conformidade com a CRA da UE.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Introdução<br />
</span></strong><span dir="auto">O Regulamento de Cibersegurança da UE (EU CRA) é um regulamento sobre produtos com elementos digitais. Ele especifica os requisitos de cibersegurança para a colocação no mercado dos produtos aos quais se aplica. Entra em vigor integralmente em 11 de dezembro de 2027. Os regulamentos de cibersegurança em geral, e o EU CRA em particular, afetam o desenvolvimento de produtos que implementam o PROFINET. O EU CRA define duas classes de requisitos essenciais de cibersegurança, a saber:</span></p>
<ol>
<li><span dir="auto">requisitos relativos às </span><strong><span dir="auto">propriedades do produto</span></strong><span dir="auto"> (EU CRA, Anexo I, Parte I) e</span></li>
<li><span dir="auto">Requisitos relacionados com o </span><strong><span dir="auto">tratamento de vulnerabilidades</span></strong><span dir="auto"> (EU CRA, Anexo I, Parte II).</span></li>
</ol>
<p><span dir="auto">Em ambos os casos, a CRA </span><em><span dir="auto">não</span></em><span dir="auto"> explica como cumprir tecnicamente esses requisitos.</span></p>
<p><span dir="auto">O novo Whitepaper visa auxiliar fabricantes, distribuidores e integradores de produtos na tomada de decisões informadas sobre a seleção de recursos de segurança para produtos PROFINET. Ele se concentra nos recursos especificados no padrão PROFINET e reflete o conhecimento e a compreensão da PI até agosto de 2026. Será atualizado assim que novas orientações e interpretações oficiais estiverem disponíveis.</span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="https://www.profibus.com/download/white-paper-contribution-of-profinet-to-eu-cra-compliance" target="_blank" rel="noopener"><span dir="auto">Leia o relatório técnico aqui.</span></a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Conteúdo traduzido. Texto original disponível no <a href="https://profinews.com/2026/09/what-profinet-brings-to-the-table-the-eu-cyber-resilience-act/" target="_blank" rel="noopener">site da PI</a>.</em></p>
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		<title>omlox: IA física encontra o mundo real</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 21:09:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando a SPS—Smart Production Solutions— abrir suas portas em Nuremberg, de 24 a 26 de novembro de 2026, a IA Industrial será um dos temas centrais. O que muitas vezes passa despercebido é que a inteligência artificial está cada vez mais indo além do domínio dos dados e se integrando a robôs, máquinas e sistemas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-13342 aligncenter" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_439037879-feat.jpeg" alt="" width="599" height="337" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_439037879-feat.jpeg 960w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_439037879-feat-300x169.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_439037879-feat-768x432.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_439037879-feat-555x312.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/AdobeStock_439037879-feat-600x338.jpeg 600w" sizes="(max-width: 599px) 100vw, 599px" /></p>
<p><span dir="auto">Quando a SPS—Smart Production Solutions— abrir suas portas em Nuremberg, de 24 a 26 de novembro de 2026, a IA Industrial será um dos temas centrais. O que muitas vezes passa despercebido é que a inteligência artificial está cada vez mais indo além do domínio dos dados e se integrando a robôs, máquinas e sistemas de transporte autônomos. Isso traz à tona uma questão fundamental: como uma máquina sabe onde está, ou onde outras máquinas, pessoas ou materiais estão em um dado momento?</span></p>
<p><strong><span dir="auto">A IA física precisa de um senso de lugar</span></strong></p>
<p><span dir="auto"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-12748 alignright" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/02/omlox_logo-e1678285607794.png" alt="" width="335" height="68" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/02/omlox_logo-e1678285607794.png 960w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/02/omlox_logo-e1678285607794-300x61.png 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/02/omlox_logo-e1678285607794-768x156.png 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/02/omlox_logo-e1678285607794-555x113.png 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/02/omlox_logo-e1678285607794-600x122.png 600w" sizes="(max-width: 335px) 100vw, 335px" />A IA física descreve sistemas que percebem e compreendem seu ambiente físico e agem de forma independente dentro dele. Para isso, além de IA e tecnologia de sensores, eles precisam de uma realidade espacial continuamente disponível: Onde cada objeto está localizado? Como ele se move? E qual é a sua relação espacial com outros elementos?</span></p>
<blockquote><p><span dir="auto">“A IA física só pode atuar de forma confiável no mundo real se também compreender esse mundo espacialmente. Os dados de localização tornam-se, portanto, uma infraestrutura fundamental para a próxima geração de sistemas de IA industrial”, explica o Dr. Matthias Jöst, chefe do Comitê omlox da PI.</span></p></blockquote>
<p><span dir="auto">É exatamente aí que o omlox entra em cena.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">omlox cria uma base espacial aberta<br />
</span></strong><span dir="auto">omlox é o padrão aberto de localização para a indústria. Diferentes tecnologias, como UWB, RFID, BLE, GNSS, Wi-Fi ou 5G, podem ser integradas por meio de uma camada comum e padronizada. Com a omlox Core Zone para infraestruturas UWB interoperáveis ​​e a API omlox Hub como uma camada de software transversal a diversas tecnologias, cria-se uma linguagem comum para dados espaciais — independente do fabricante e da tecnologia de posicionamento. Isso permite que as informações de posicionamento sejam usadas em diferentes sistemas por meio de gerenciamento de frotas, MES, gêmeos digitais, plataformas de análise e, cada vez mais, agentes de IA.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Do rastreamento de localização à inteligência espacial<br />
</span></strong><span dir="auto">A IA física não se limita mais a exibir ativos em um mapa. Os sistemas de IA precisam compreender as relações espaciais: onde o material está localizado? Qual rota está livre? Onde ocorrem gargalos? Como pessoas e sistemas autônomos se movem pelo mesmo espaço? Esses dados de posicionamento, portanto, dão origem à inteligência espacial. Somente com essa inteligência espacial as máquinas podem perceber, compreender e interagir com espaços físicos tridimensionais. A PI trabalha constantemente na padronização necessária para isso.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">SPS 2026: A infraestrutura por trás da IA ​​física<br />
</span></strong><span dir="auto">Na SPS 2026, a comunidade omlox demonstrará como essa interoperabilidade funciona na prática. Embora robôs, AMRs (Robôs Móveis Autônomos) e aplicações de IA industrial estejam em destaque, vale a pena analisar mais de perto a infraestrutura necessária para suportá-los.</span></p>
<blockquote><p><span dir="auto">“Nos últimos anos, o rastreamento de localização tem se concentrado principalmente na transparência. Agora, com a IA Física, o rastreamento de localização está se tornando parte da inteligência artificial. Para que robôs, veículos e agentes de IA ajam de forma autônoma, eles precisam de uma realidade espacial compartilhada. Com o omlox, estamos construindo a infraestrutura aberta necessária para tornar isso possível”, concluiu Jöst.</span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Conteúdo traduzido. Texto original disponível no <a href="https://profinews.com/2026/10/omlox-physical-ai-meets-the-real-world/" target="_blank" rel="noopener">site da PI</a>.</em></p>
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		<title>Treinamentos PI BRASIL/PITCs 2026: já garantiu sua vaga?</title>
		<link>https://www.profibus.org.br/noticia/treinamentos-pi-brasil-pitcs-2026-ja-garantiu-sua-vaga-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 20:59:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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					<description><![CDATA[A PI BRASIL oferece treinamentos por meio dos PITCs – Centros de Treinamentos PROFIBUS/PROFINET Certificados INATEL (Instituto Nacional de Telecomunicações &#8211; campus Santa Rita do Sapucaí-MG e São Paulo-SP) e WESTCON (São Paulo-SP). Confira as datas:  PRESENCIAIS CPE + CPI – Certificação PROFIBUS Engineer &#38; Installer PITC INATEL Data: 09/11/2026 &#8211; 13/11/2026 PITC WESTCON Data: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A PI BRASIL oferece treinamentos por meio dos PITCs – Centros de Treinamentos PROFIBUS/PROFINET Certificados INATEL (Instituto Nacional de Telecomunicações &#8211; campus Santa Rita do Sapucaí-MG e São Paulo-SP) e WESTCON (São Paulo-SP).</p>
<p>Confira as datas:<strong> </strong></p>
<p><strong>PRESENCIAIS</strong></p>
<p><strong><em>CPE + CPI – Certificação PROFIBUS Engineer &amp; Installer</em><br />
</strong><strong>PITC INATEL<br />
</strong><strong>Data:<br />
</strong>09/11/2026 &#8211; 13/11/2026</p>
<p><strong>PITC WESTCON<br />
</strong><strong>Data:<br />
</strong>23/11/2026 &#8211; 27/11/2026</p>
<p><strong><em>CPNE + CPNE PA – Certificação PROFINET Engineer &amp; Ethernet APL</em><br />
</strong><strong>PITC INATEL<br />
</strong><strong>Data:</strong><br />
30/11/2026 &#8211; 04/12/2026</p>
<p><strong><em>CPNE PA – Certificação PROFINET APL*</em><br />
</strong><em>Destinado apenas para quem já fez o CPNE – Certificação PROFINET Engineer (necessário comprovação).<br />
</em><strong>PITC INATEL<br />
</strong><strong>Data:<br />
</strong>16/11/2026</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-12692 aligncenter" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-1024x683.jpg" alt="" width="518" height="346" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-1024x683.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-300x200.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-768x512.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-1536x1024.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-2048x1365.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-555x370.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-1110x740.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-600x400.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/01/eletricista-com-circuito-de-ajuste-de-tablet-na-caixa-de-juncao-1200x800.jpg 1200w" sizes="(max-width: 518px) 100vw, 518px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Fonte: @<a class="text-surface-foreground-3 hover:text-surface-foreground-1" href="https://br.freepik.com/autor/pvproductions" target="_blank" rel="noopener" aria-label="Link to the author's page">pvproductions</a> no Freepik</em></p>
<p><em><br />
* Os cursos são destinados para quaisquer profissionais (engenheiros, tecnólogos e técnicos) que trabalham com automação industrial, que necessitam de conhecimentos para a implementação de projetos, instalação e diagnóstico de redes industriais.</em></p>
<p><em>** Membros PI BRASIL possuem desconto especial na inscrição.</em> <strong> </strong></p>
<p><strong><br />
Mais informações e inscrições:<br />
</strong><strong>PITC INATEL<br />
</strong><strong>Santa Rita do Sapucaí-MG<br />
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Contato: treinamento@inatel.br</p>
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</strong>https://wii.com.br/cursos-e-treinamentos/<strong><br />
</strong>Contato: westcon@wii.com.br</p>
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		<title>Auditoria técnica de redes Ethernet-APL existentes</title>
		<link>https://www.profibus.org.br/noticia/auditoria-tecnica-de-redes-ethernet-apl-existentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 20:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[Metodologia de avaliação, integridade física, 2-WISE, diagnósticos, segurança OT e gestão de conformidade César Cassiolato (*) Resumo Uma rede Ethernet-APL pode continuar operando normalmente e, mesmo assim, esconder problemas que só aparecem quando uma conexão falha, um instrumento é substituído ou a planta passa por uma intervenção. É justamente aí que uma auditoria bem conduzida [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Metodologia de avaliação, integridade física, 2-WISE, diagnósticos, segurança OT e gestão de conformidade</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>César Cassiolato (<strong>*</strong>)</em></p>
<p><strong>Resumo</strong><br />
Uma rede Ethernet-APL pode continuar operando normalmente e, mesmo assim, esconder problemas que só aparecem quando uma conexão falha, um instrumento é substituído ou a planta passa por uma intervenção. É justamente aí que uma auditoria bem conduzida faz diferença. Mais do que confirmar que os dados chegam ao sistema de controle, precisamos entender como a rede foi instalada, quais margens ainda possui e se há evidências suficientes para sustentar sua condição técnica. Neste artigo, apresenta-se uma forma prática de organizar essa avaliação em seis frentes, dando prioridade aos pontos que realmente podem afetar a segurança e a continuidade operacional.</p>
<p>Convém deixar clara uma distinção desde o início: essa auditoria avalia a instalação e sua operação. Ela não substitui a certificação de produtos, os ensaios de tipo, a avaliação formal de segurança funcional nem as inspeções Ex exigidas pelas regras aplicáveis.</p>
<p><strong>1. Fundamentos e limites de aplicação</strong><br />
A Ethernet-APL trouxe para a instrumentação de processos uma possibilidade importante: levar Ethernet até o campo por um único par de condutores, com comunicação a 10 Mbit/s, full-duplex, apoiada na tecnologia 10BASE-T1L definida no IEEE 802.3cg. Dependendo da arquitetura e do perfil das portas, esse mesmo par também pode alimentar os instrumentos. Isso simplifica algumas soluções, mas exige atenção à engenharia do enlace, à distribuição de energia e, principalmente, às condições de instalação em áreas classificadas. Nesses ambientes, a IEC 60079-47 trata do conceito 2-WISE.</p>
<p>É importante não confundir as tecnologias. Um dispositivo que utiliza 10BASE-T1L não é, por isso, automaticamente adequado a uma rede Ethernet-APL em área classificada. Da mesma forma, a identificação Ethernet-APL, isoladamente, não autoriza a instalação em qualquer zona ou grupo de gás. Antes de aprovar uma combinação de equipamentos, verifico as marcações Ex, os certificados, as condições especiais de uso e as instruções de cada fabricante.</p>
<p><strong>2. Preparação, escopo e governança</strong><br />
O primeiro trabalho é delimitar o que será auditado. Recomendo começar pela área da planta, pelos switches, pelas fontes, pelos trunks e spurs e pela relação de instrumentos conectados. Em seguida, vale conferir a arquitetura do sistema de controle, os arquivos de configuração, as versões de firmware e o histórico de intervenções. A experiência mostra que a falta de um cadastro confiável pode consumir mais tempo do que a própria análise elétrica. Por isso, cada registro deve identificar claramente o ativo, a porta, a data da coleta e a origem da informação.</p>
<p>Sempre que possível, comece pelas verificações que não interferem no processo: consulta aos diagnósticos, leitura de logs, comparação de desenhos e inspeção visual externa. Abrir caixas, desconectar cabos, executar medições invasivas ou provocar uma comutação de redundância são atividades de outra natureza. Elas exigem autorização, avaliação do impacto operacional e cumprimento dos procedimentos de segurança, especialmente em áreas classificadas.</p>
<p><strong>3. Método de classificação e evidência</strong></p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13318 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764.jpg" alt="" width="780" height="285" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-300x110.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-1024x374.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-768x280.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-1536x561.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-2048x748.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-555x203.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-1110x405.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-600x219.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/01_tabela-e1793565028764-1200x438.jpg 1200w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></strong></p>
<p>Não basta escrever que um item está “bom” ou “ruim”. Cada constatação precisa estar ligada a um requisito, a um equipamento e a uma evidência que outra pessoa possa conferir. Também registro o possível efeito sobre a operação, a criticidade, a ação proposta, o responsável e a forma de comprovar a correção. Uma auditoria com poucos achados não é necessariamente uma auditoria com baixo risco: uma única incompatibilidade Ex pode ser mais importante do que várias pendências documentais.</p>
<p><strong>4. Domínio A — Documentação, arquitetura e rastreabilidade</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13319 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101.jpg" alt="" width="780" height="285" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-300x110.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-1024x374.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-768x280.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-1536x561.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-2048x748.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-555x203.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-1110x405.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-600x219.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/02_tabela-e1793565098101-1200x438.jpg 1200w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /><br />
<strong>5. Domínio B — Meio físico e integridade da instalação</strong></p>
<p>No campo, detalhes aparentemente simples merecem atenção: estado dos conectores, vedação de caixas, prensa-cabos, corrosão, integridade dos cabos, blindagem, equipotencialização e proximidade de fontes de interferência. Também comparo a topologia real e os comprimentos instalados com os limites previstos para os componentes utilizados. Não faz sentido aplicar um único número de referência a todas as configurações sem considerar o projeto.</p>
<p>Alguns switches e PHYs oferecem indicadores de qualidade do enlace, contadores de erro, estimativas de SNR ou recursos de localização de falhas. Esses dados ajudam muito, desde que sejam interpretados corretamente. SNR e TDR não estão disponíveis em todos os equipamentos, e resultados de fabricantes diferentes nem sempre podem ser comparados diretamente. Prefiro analisar a tendência da mesma porta ao longo do tempo e confrontá-la com os critérios do fabricante e com um baseline confiável.</p>
<p><strong>6. Domínio C — Energia, perfis de porta e compatibilidade 2-WISE</strong><br />
Na alimentação, não olho apenas para a soma das potências nominais. Verifico o perfil de cada porta, a carga de cada instrumento, a queda de tensão, as condições de partida e a margem que permanece disponível. Em instalações com requisitos Ex, acrescento a análise da compatibilidade 2-WISE, dos certificados e das condições de uso. Há duas perguntas distintas que precisam ser respondidas: a alimentação atende funcionalmente à rede? E a combinação instalada atende aos requisitos de proteção aplicáveis?</p>
<p>Reinicializações esporádicas e alarmes de subtensão merecem investigação, mesmo quando a comunicação se restabelece rapidamente. Procuro relacionar esses eventos com o histórico das fontes, com intervenções de manutenção e com as condições de processo. Ensaios que envolvam desligamento ou redundância só devem ocorrer com um procedimento aprovado.</p>
<p><strong>7. Domínio D — Ethernet e protocolos industriais</strong><br />
A Ethernet-APL define o meio de comunicação, mas a análise do comportamento da rede depende também do protocolo de aplicação. Por isso, antes de montar o checklist, identifico se a instalação utiliza PROFINET, EtherNet/IP, HART-IP, OPC UA ou outra solução. Em uma arquitetura PROFINET, por exemplo, faz sentido investigar relações de aplicação (AR), MRP e redundância S2 quando esses recursos estiverem implementados. Não seria correto exigir os mesmos mecanismos de todas as redes Ethernet-APL.</p>
<p>Uma boa investigação cruza informações. O horário de uma perda de comunicação no controlador deve ser comparado aos eventos do switch, aos reinícios do instrumento e às ocorrências do processo. Essa correlação costuma apontar causas que não aparecem em uma leitura isolada. Testes de carga e varreduras ativas, por outro lado, precisam ser avaliados e autorizados pela equipe responsável pela rede OT.</p>
<p><strong>8. Domínio E — Diagnósticos, tendências e baselines</strong><br />
Os diagnósticos só trazem benefício quando alguém consegue acessá-los e utilizá-los. Na auditoria, verifico quais informações estão disponíveis por porta e por instrumento, se existem registros de quedas de enlace, erros, reinicializações e alarmes, e como esses eventos chegam à manutenção. A NAMUR NE 107 pode ajudar a apresentar estados de diagnóstico dos instrumentos, quando suportada, mas não substitui os indicadores próprios da infraestrutura Ethernet.</p>
<p>Quando não existe registro de comissionamento, ainda é possível estabelecer uma referência útil. Nesse caso, identifico o levantamento como “baseline reconstruído”, com data, topologia, versões de firmware e condições da planta. Essa identificação é importante: uma medição feita hoje não pode ser apresentada como se descrevesse o estado original da instalação.</p>
<p><strong>9. Domínio F — Segurança OT, manutenção e competências</strong><br />
Segurança cibernética também faz parte da confiabilidade da rede. É preciso saber quem acessa os switches, como as credenciais são administradas, quais caminhos de acesso remoto existem e como as configurações são protegidas. Inventário, segmentação, backups, controle de alterações e atualização de firmware devem ser avaliados de acordo com a realidade operacional e com os princípios da IEC 62443. Não recomendo varreduras agressivas nem atualizações em produção sem análise de impacto.</p>
<p>A manutenção precisa conseguir sustentar a solução ao longo dos anos. Isso inclui peças sobressalentes compatíveis, procedimentos de substituição — especialmente em áreas classificadas — e pessoal treinado. Quando encontro uma vulnerabilidade de segurança OT, ela não deve ficar apenas como observação em um relatório de instrumentação; precisa chegar ao processo de gestão de riscos da empresa.</p>
<p><strong>10. Plano de amostragem baseado em risco</strong><br />
Em uma rede existente, não é necessário abrir todas as caixas para fazer uma auditoria útil. Minha preferência é avaliar documentalmente todos os switches e os ativos críticos, verificar todas as portas de malhas essenciais e selecionar as demais por ambiente, idade, fabricante e histórico de falhas. Uma amostra inicial de 10% a 20% pode orientar o planejamento, mas não representa, por si só, confiança estatística nem exigência normativa. Se surgirem indícios de problema, amplio a amostra.</p>
<p><strong>11. Consolidação, plano de ação e fechamento</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13320 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976.jpg" alt="" width="780" height="198" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-300x76.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-1024x259.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-768x195.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-1536x389.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-2048x519.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-555x141.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-1110x281.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-600x152.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/03_tabela-e1793565176976-1200x304.jpg 1200w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Um serviço executado não significa, necessariamente, um problema resolvido. Para encerrar um achado, procuro uma evidência objetiva: desenho aprovado, novo registro de diagnóstico, medição válida ou teste de eficácia realizado em condições acordadas. Itens não verificados continuam abertos. Quando houver risco residual, a decisão de aceitá-lo precisa ser formal e envolver os responsáveis pela operação.</p>
<p><strong>12. Periodicidade e gatilhos de reavaliação<br />
</strong>A frequência de revisão deve acompanhar o risco da instalação. Uma auditoria anual pode ser uma referência inicial razoável, mas não é uma obrigação universal. Mudanças de topologia, substituição de componentes Ex, incidentes de segurança OT, falhas repetitivas e atualizações relevantes de firmware são bons motivos para antecipar uma nova avaliação.</p>
<p><strong>13. Checklist executivo de encerramento<br />
</strong>☐ Escopo e critérios aprovados<br />
☐ Inventário e as-built atualizados<br />
☐ Condições Ex e 2-WISE verificadas onde aplicáveis<br />
☐ Margens elétricas e estado físico avaliados<br />
☐ Diagnósticos e baselines preservados<br />
☐ Achados críticos mitigados ou risco formalmente tratado<br />
☐ Ações com responsáveis, prazos e evidências<br />
☐ Riscos OT comunicados<br />
☐ Próxima revisão e gatilhos definidos</p>
<p><strong>14. Casos práticos e exemplos de avaliação<br />
</strong>Para tornar o método mais concreto, veremos a seguir situações que podem ocorrer em uma planta industrial. Os valores utilizados servem apenas para explicar o raciocínio de engenharia; não devem ser tratados como limites de aceitação definidos por norma.</p>
<p><strong>14.1 Documentação e rastreabilidade — troca sem atualização de as-built</strong><br />
Imagine que um field switch seja substituído durante uma manutenção e a rede volte a funcionar. Na conferência posterior, porém, a identificação da porta no desenho já não corresponde ao instrumento conectado. A comunicação está normal, mas a rastreabilidade foi perdida.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13321 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403.jpg" alt="" width="779" height="161" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-300x62.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-1024x212.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-768x159.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-1536x317.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-2048x423.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-555x115.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-1110x229.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-600x124.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/04_tabela-e1793565389403-1200x248.jpg 1200w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></p>
<p>Nesse caso, o primeiro passo é confirmar a ligação real e atualizar o as-built com revisão controlada. A prioridade da correção depende da importância da malha envolvida. Uma divergência documental em uma porta crítica não deve receber automaticamente o mesmo tratamento de uma divergência em um ponto secundário.</p>
<p><strong>14.2 Integridade física — degradação de qualidade de enlace<br />
</strong>Considere uma porta cujo indicador de qualidade do PHY cai de 26 para 23 e depois para 19 dB, enquanto os eventos de erro aumentam. O instrumento continua comunicando, mas a tendência sugere que vale investigar antes de ocorrer uma falha completa.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13322 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939.jpg" alt="" width="779" height="162" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-300x63.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-1024x213.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-768x160.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-1536x320.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-2048x427.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-555x116.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-1110x231.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-600x125.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/05_tabela-e1793565584939-1200x250.jpg 1200w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-13323" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico.jpg" alt="" width="742" height="343" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico.jpg 2470w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-300x138.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-1024x473.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-768x354.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-1536x709.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-2048x945.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-555x256.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-1110x512.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-600x277.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/06_grafico-1200x554.jpg 1200w" sizes="(max-width: 742px) 100vw, 742px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura ilustrativa — valores hipotéticos do estudo de caso; não representam limites normativos.</em></p>
<p>Esses números são apenas ilustrativos. O significado do indicador depende do fabricante e de seu método de medição. Antes de definir qualquer limite, consulto a documentação do equipamento e verifico possíveis causas, como umidade, conectores, cabo ou interferência eletromagnética. A investigação deve começar pelos meios menos intrusivos.</p>
<p><strong>14.3 Alimentação — orçamento de potência</strong><br />
Suponha um switch com capacidade hipotética de 48 W e seis instrumentos que, juntos, demandem 30 W. A conta indica uma reserva aritmética de 18 W, equivalente a 37,5% da capacidade considerada. Esse resultado é útil como visão inicial, mas ainda não confirma a adequação da instalação.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13324 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283.jpg" alt="" width="778" height="176" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-300x68.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-1024x232.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-768x174.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-1536x348.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-2048x464.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-555x126.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-1110x252.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-600x136.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/07_tabela-e1793565683283-1200x272.jpg 1200w" sizes="(max-width: 778px) 100vw, 778px" /></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter  wp-image-13325" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico.jpg" alt="" width="775" height="298" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico.jpg 2470w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-300x115.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-1024x394.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-768x295.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-1536x591.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-2048x788.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-555x213.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-1110x427.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-600x231.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/08_grafico-1200x462.jpg 1200w" sizes="(max-width: 775px) 100vw, 775px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Figura ilustrativa — valores hipotéticos do estudo de caso; não representam limites normativos.</em></p>
<p>Mesmo quando a soma parece confortável, uma porta individual pode não suportar a carga prevista. Também é necessário considerar tensão mínima, perdas, condições de partida e limites do perfil de porta. Em aplicações 2-WISE, o cálculo funcional de potência não dispensa a verificação dos requisitos Ex.</p>
<p><strong>14.4 Segurança Ex / 2-WISE — substituição de instrumento</strong><br />
Uma situação delicada ocorre quando se pretende substituir um instrumento Ethernet-APL certificado para determinada área por outro que apenas declara compatibilidade 10BASE-T1L. A comunicação Ethernet pode até ser compatível, mas isso não resolve a questão da proteção contra explosão.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13326 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398.jpg" alt="" width="779" height="162" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-300x63.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-1024x213.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-768x160.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-1536x320.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-2048x427.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-555x116.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-1110x231.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-600x125.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/09_tabela-e1793565778398-1200x250.jpg 1200w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></p>
<p>Não deveria ser liberada essa substituição com base somente na interface de comunicação. É indispensável conferir marcação Ex, certificado, condições especiais de uso, perfil da porta e documentação da instalação. A decisão deve passar pela engenharia responsável por áreas classificadas.</p>
<p><strong>14.5 Protocolo — falhas intermitentes PROFINET</strong><br />
Em outro exemplo, o sistema de controle registra perdas intermitentes de comunicação com um instrumento PROFINET. Ao comparar os horários, encontramos uma mudança de topologia no switch e um reinício registrado no dispositivo. A análise conjunta é muito mais útil do que tratar cada evento isoladamente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13327 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749.jpg" alt="" width="779" height="164" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-300x63.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-1024x215.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-768x161.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-1536x323.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-2048x430.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-555x117.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-1110x233.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-600x126.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/10_tabela-e1793565806749-1200x252.jpg 1200w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></p>
<p>Aqui é essencial separar as camadas do problema. AR, MRP e S2 são informações pertinentes quando a arquitetura PROFINET utiliza esses mecanismos. Não se deve transferir esse mesmo checklist, sem adaptação, para EtherNet/IP ou outros protocolos.</p>
<p><strong>14.6 Diagnósticos — baseline reconstruído<br />
</strong>Pense em uma instalação antiga que opera bem, mas já não possui os registros originais de comissionamento. Em vez de presumir que os parâmetros atuais são os mesmos da partida, faça uma coleta organizada e crie uma referência nova, devidamente identificada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13328 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441.jpg" alt="" width="782" height="189" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-300x73.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-1024x247.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-768x186.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-1536x371.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-2048x495.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-555x134.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-1110x268.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-600x145.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/11_tabela-e1793565879441-1200x290.jpg 1200w" sizes="(max-width: 782px) 100vw, 782px" /></p>
<p>O registro deve trazer identificação de porta e instrumento, versão de firmware, condições operacionais, métricas disponíveis e origem dos dados. O termo “baseline reconstruído” evita confusão com a documentação histórica. Depois de reparos ou mudanças importantes, comparo novamente os resultados.</p>
<p><strong>14.7 Segurança OT — credenciais compartilhadas<br />
</strong>Um exemplo comum de fragilidade na segurança OT é o uso de uma única conta administrativa por vários profissionais de manutenção. A rotina parece simples, mas dificulta saber quem alterou uma configuração e quando isso aconteceu.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13329 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238.jpg" alt="" width="779" height="164" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-300x63.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-1024x215.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-768x161.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-1536x323.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-2048x430.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-555x117.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-1110x233.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-600x126.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/12_tabela-e1793565903238-1200x252.jpg 1200w" sizes="(max-width: 779px) 100vw, 779px" /></p>
<p>A melhoria passa por controle de acesso, privilégios adequados, registros de alterações e regras claras para acesso remoto. O plano deve respeitar as limitações da operação e prever reversão, quando necessário, seguindo os princípios aplicáveis da IEC 62443.</p>
<p><strong>15. Matriz de amostragem e priorização</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13330 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956.jpg" alt="" width="780" height="247" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-300x95.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-1024x324.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-768x243.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-1536x486.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-2048x649.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-555x176.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-1110x352.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-600x190.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/13_tabela-e1793566108956-1200x380.jpg 1200w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p><strong>16. Exemplo de matriz de achados e ações</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13331 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495.jpg" alt="" width="778" height="255" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-300x99.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-1024x336.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-768x252.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-1536x504.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-2048x672.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-555x182.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-1110x364.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-600x197.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/14_tabela-e1793566144495-1200x394.jpg 1200w" sizes="(max-width: 778px) 100vw, 778px" /></p>
<p>A classificação final de cada ocorrência depende do contexto: consequência possível, exposição, proteções existentes e critérios definidos pela planta.</p>
<p><strong>17. Modelo de ficha de evidência por porta</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13332 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347.jpg" alt="" width="781" height="307" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347.jpg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-300x118.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-1024x403.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-768x302.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-1536x604.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-2048x806.jpg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-555x218.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-1110x437.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-600x236.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/15_tabela-e1793566251347-1200x472.jpg 1200w" sizes="(max-width: 781px) 100vw, 781px" /></p>
<p><strong>18. Critérios de conclusão da auditoria<br />
</strong>Considera-se a auditoria concluída quando o escopo, os métodos utilizados, a amostra, as limitações e os resultados estão documentados e aprovados. Isso não significa afirmar que toda a rede está conforme sem ressalvas. A conclusão deve se limitar ao que foi efetivamente verificado, deixando explícitas as pendências e os itens sem evidência. O relatório também não substitui certificação de produto ou inspeção Ex oficial.</p>
<p><strong>19. Referências e cautelas de aplicação<br />
</strong>As referências técnicas precisam ser consultadas nas edições aplicáveis ao projeto. Entre elas estão o IEEE 802.3cg, a IEC 60079-47, as IEC 60079-11, 60079-14 e 60079-17, a série IEC 62443 e o Ethernet-APL Engineering Guideline. Na prática, os certificados, os manuais e as condições de instalação dos equipamentos utilizados são igualmente indispensáveis.</p>
<p><strong>Conclusão<br />
</strong>Ao longo dos anos, aprendemos que uma rede industrial confiável não é apenas aquela que está comunicando hoje. É aquela cuja instalação conseguimos compreender, diagnosticar e manter com segurança quando alguma coisa muda. Na Ethernet-APL, isso exige olhar em conjunto para o meio físico, a alimentação, a compatibilidade Ex, os protocolos, os diagnósticos e a gestão da rede. Uma auditoria bem documentada ajuda justamente nisso: transformar sinais dispersos em decisões de engenharia fundamentadas, antes que pequenos desvios se tornem problemas de operação.</p>
<p><strong>Referências técnicas</strong></p>
<ul>
<li>IEEE 802.3cg — especificações de 10BASE-T1L (consultar edição vigente).</li>
<li>IEC 60079-47 — proteção de equipamentos por 2-WISE (consultar edição vigente).</li>
<li>IEC 60079-11 — segurança intrínseca “i” (consultar edição vigente).</li>
<li>IEC 60079-14 e IEC 60079-17 — projeto/instalação e inspeção/manutenção em atmosferas explosivas (consultar edições vigentes).</li>
<li>Série IEC 62443 — segurança cibernética de sistemas de automação e controle industrial.</li>
<li>Ethernet-APL Engineering Guideline — publicações das organizações industriais participantes; conferir revisão vigente.</li>
<li>Manuais, certificados, condições especiais de uso e folhas de dados dos fabricantes dos equipamentos instalados.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(<strong>*</strong>) <strong>César Cassiolato</strong>, CEO da <a href="https://www.vivaceinstruments.com.br/pt" target="_blank" rel="noopener">Vivace Process Instruments LTDA</a>.</em></p>
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		<title>SUP303 – Supressor de transiente e anti-surge PROFIBUS DP</title>
		<link>https://www.profibus.org.br/noticia/sup303-supressor-de-transiente-e-anti-surge-profibus-dp-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 20:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
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					<description><![CDATA[NOVA SMAR O SUP303 utiliza componentes avançados que garantem atuação em picos de alta tensão e curta duração, alta corrente, alta tensão, baixa impedância, e resposta rápida e proteção efetiva contra ESD e EMI. Os circuitos do SUP303 foram desenvolvidos para proporcionar proteção efetiva e coordenada em reação a um transitório na porta PROFIBUS DP. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://www.smar.com.br/pt" target="_blank" rel="noopener"><strong>NOVA SMAR</strong></a></p>
<p>O SUP303 utiliza componentes avançados que garantem atuação em picos de alta tensão e curta duração, alta corrente, alta tensão, baixa impedância, e resposta rápida e proteção efetiva contra ESD e EMI.</p>
<p>Os circuitos do SUP303 foram desenvolvidos para proporcionar proteção efetiva e coordenada em reação a um transitório na porta PROFIBUS DP.</p>
<p>Saiba mais <a href="https://www.smar.com.br/pt/produto/sup303-supressor-de-transiente-e-anti-surge-profibus-dp" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13333" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303.jpg" alt="" width="550" height="550" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303.jpg 1500w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-300x300.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-1024x1024.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-150x150.jpg 150w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-768x768.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-50x50.jpg 50w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-555x555.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-1110x1110.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-600x600.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/11/Profinews-125-SUP303-1200x1200.jpg 1200w" sizes="(max-width: 550px) 100vw, 550px" /></p>
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		<title>Comissionamento técnico de redes Ethernet-APL</title>
		<link>https://www.profibus.org.br/noticia/comissionamento-tecnico-de-redes-ethernet-apl/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 10:51:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo técnico]]></category>
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					<description><![CDATA[Da verificação da instalação ao baseline de entrega César Cassiolato (*) Resumo Este artigo apresenta um procedimento de comissionamento por porta para redes Ethernet-APL, desde a conferência de engenharia até os testes de processo e a entrega à manutenção. A qualidade do aceite depende de evidências elétricas, de integridade do enlace, de comunicação e de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Da verificação da instalação ao baseline de entrega</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em>César Cassiolato (<strong>*</strong>)</em></p>
<p><strong>Resumo</strong><br />
Este artigo apresenta um procedimento de comissionamento por porta para redes Ethernet-APL, desde a conferência de engenharia até os testes de processo e a entrega à manutenção. A qualidade do aceite depende de evidências elétricas, de integridade do enlace, de comunicação e de função; Link UP isolado não comprova a saúde da instalação. A etapa de protocolo usa PROFINET sobre Ethernet-APL como exemplo e deve ser adaptada se a aplicação empregar outro protocolo.</p>
<p>Os limites de aprovação devem ser definidos previamente pelo projeto, pelo perfil de porta, pelo equipamento e pela documentação de fabricante. As grandezas do PHY podem ter nomes, escalas e sentidos diferentes conforme o transceptor; tendências só são comparáveis quando contexto e método de coleta são equivalentes.</p>
<p><strong>1 Fundamentos e arquitetura</strong><br />
Ethernet-APL aplica a transmissão 10BASE T1L à instrumentação de processo, com dados e alimentação pelo mesmo par em portas apropriadas. A arquitetura usual combina um APL Power Switch, um trunk, APL Field Switches e spurs individuais até os instrumentos. A interface com a rede industrial pode usar outro meio Ethernet e exigir conversão por switch. Requisitos de área classificada, perfis de porta, cabo e comprimento devem seguir a engenharia aprovada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13276 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403.png" alt="" width="795" height="98" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403.png 1500w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403-300x37.png 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403-1024x126.png 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403-768x95.png 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403-555x68.png 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403-1110x137.png 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403-600x74.png 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_01-e1791974950403-1200x148.png 1200w" sizes="(max-width: 795px) 100vw, 795px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Figura 1 —</strong> Topologia ilustrativa. Cada spur liga uma porta do Field Switch a um instrumento; não representa dimensões nem limites universais.</em></p>
<p>Ethernet-APL especifica a camada física. Descoberta DCP, NameOfStation, GSDML, Application Relations, RT, MRP e S2 são itens do exemplo PROFINET; aplicações EtherNet/IP, HART IP ou OPC UA requerem testes de suas próprias pilhas e funções. LLDP pode auxiliar a topologia quando implementado.</p>
<p><strong>2 Planejamento e critérios de aceite<br />
</strong>Antes da energização, revisar topologia, lista de tags e portas, perfil elétrico, comprimento e tipo do cabo, áreas classificadas, versões de firmware, arquivos de descrição, endereços e requisitos de processo. Definir responsáveis, janela de teste, instrumento e método, duração da observação e formato das evidências. Medições em circuitos de área classificada devem seguir o procedimento aprovado e a documentação de segurança do equipamento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13277 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219.png" alt="" width="794" height="97" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219.png 1500w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219-300x37.png 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219-1024x125.png 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219-768x94.png 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219-555x68.png 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219-1110x135.png 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219-600x73.png 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_02-e1791974982219-1200x146.png 1200w" sizes="(max-width: 794px) 100vw, 794px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Figura 2 —</strong> Ordem de verificação do físico à função e à entrega.</em></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13251" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite.jpeg" alt="" width="795" height="303" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite.jpeg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-300x114.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-1024x390.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-768x293.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-1536x586.jpeg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-2048x781.jpeg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-555x212.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-1110x423.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-600x229.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_01_criterios_aceite-1200x458.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 795px) 100vw, 795px" /></p>
<p><strong>3 Inspeção e testes elétricos<br />
</strong>Conferir identificação e rota do cabo, separação de potência, raio de curvatura, conectores, torque, vedação, blindagem e equipotencialização conforme projeto. Fotografar terminações e pontos críticos. Com portas isoladas e método apropriado, verificar continuidade, curto e resistência do par; não aplicar ensaios incompatíveis a eletrônica conectada.</p>
<p>Para cabo homogêneo, uma estimativa inicial é Rloop ≈ 2ρL/A + Rconexões, em que ρ é a resistividade do condutor, L é o comprimento de ida e A é a seção. Equivalentemente, Rloop ≈ 2Rcondutor + Rconexões. Corrigir a expectativa para temperatura e dados reais do cabo. Em regime, a aproximação Vdispositivo ≈ Vfonte − I·Rloop ajuda a examinar a margem; não substitui o cálculo completo do fabricante para partida, limites de porta ou distribuição de potência.</p>
<p>Registrar tensão no instrumento sob carga e corrente informada ou medida na porta. Uma resistência abaixo do máximo ainda pode indicar mudança relevante se divergir do valor calculado ou do baseline de uma instalação equivalente. A compatibilidade de perfil de potência e segurança deve ser verificada antes do aceite.</p>
<p><strong>4 Enlace físico e diagnóstico<br />
</strong>Confirmar estabelecimento do link em cada porta e coletar indicadores do PHY após estabilização, mantendo registrados modelo, firmware, temperatura aproximada, carga, instante e intervalo. Evitar comparar números de PHY distintos como se tivessem escala padronizada.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13252" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy.jpeg" alt="" width="795" height="352" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy.jpeg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-300x133.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-1024x453.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-768x340.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-1536x679.jpeg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-2048x905.jpeg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-555x245.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-1110x491.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-600x265.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_02_diagnostico_phy-1200x531.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 795px) 100vw, 795px" /></p>
<p>O contador deve ser registrado no início e no fim de uma janela definida, junto com duração e tráfego; uma leitura absoluta isolada pode refletir eventos anteriores. Use TDR apenas com ferramenta e porta compatíveis, conforme instruções do fabricante. Reflexões e distância estimada exigem correlação com o comprimento físico e a velocidade de propagação do cabo; uma curva saudável guardada na entrega é uma referência útil.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13278 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203.png" alt="" width="796" height="104" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203.png 1500w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203-300x39.png 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203-1024x133.png 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203-768x100.png 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203-555x72.png 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203-1110x144.png 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203-600x78.png 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/figura_03-e1791975013203-1200x156.png 1200w" sizes="(max-width: 796px) 100vw, 796px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Figura 3 —</strong> Investigação progressiva de uma porta com falha ou perda de margem.</em></p>
<p><strong>5 Descoberta e configuração de protocolo<br />
</strong>No exemplo PROFINET, comparar topologia planejada com vizinhos LLDP quando disponíveis; executar identificação DCP, conferir e atribuir NameOfStation e IP sem duplicidade; importar o GSDML compatível; estabelecer AR e validar IO Data, tempo de atualização, watchdog, alarmes e diagnóstico suportado. Registrar versões e capturas. Em MRP ou S2, realizar ensaio de redundância aprovado, observando tempo de recuperação e efeito na função. NE 107 descreve categorias de status quando mapeadas pelo dispositivo e pela aplicação.</p>
<p>Se o protocolo for outro, substituir estes passos pela descoberta, identidade, configuração, troca de dados, diagnósticos e redundância pertinentes à respectiva pilha. OPC UA e HART IP só devem entrar no teste quando estiverem de fato implementados no projeto.</p>
<p><strong>6 Testes funcionais e documentação<br />
</strong>Comparar variável de processo no instrumento e no DCS, validar unidade, escala, qualidade e atualização; simular alarmes e diagnósticos em condições permitidas; executar intertravamentos apenas segundo procedimento aprovado. Registrar estímulo, resposta esperada, resposta observada, horário e responsável. Uma função crítica não deve ser aprovada apenas com o link estável.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13253" src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais.jpeg" alt="" width="796" height="254" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais.jpeg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-300x96.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-1024x327.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-768x245.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-1536x490.jpeg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-2048x654.jpeg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-555x177.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-1110x354.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-600x192.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_03_testes_funcionais-1200x383.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 796px) 100vw, 796px" /></p>
<p>O pacote as built deve conter topologia, associação tag/porta, identificação dos ativos, versões, parâmetros de comunicação, medições elétricas, capturas PHY, contadores, curvas TDR quando aplicáveis, testes de processo, desvios e sua disposição. Treinar manutenção para localizar uma porta, consultar diagnósticos e comparar os valores atuais ao baseline.</p>
<p><strong>7 Estudo de caso ilustrativo<br />
</strong>Os números abaixo são fictícios e servem apenas para demonstrar o método. Dois registros da mesma porta e do mesmo modelo de PHY são comparados sob carga e condições semelhantes; não representam limiares universais.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13254 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872.jpeg" alt="" width="794" height="239" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872.jpeg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-300x91.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-1024x309.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-768x232.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-1536x463.jpeg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-2048x618.jpeg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-555x167.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-1110x335.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-600x181.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_04_estudo_caso-e1791975039872-1200x362.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 794px) 100vw, 794px" /></p>
<p>A queda do SQI e o crescimento do contador motivam investigação, mas não identificam sozinhos a causa. A nova reflexão localiza uma região provável; a inspeção confirma a conexão defeituosa. Após o reparo, repetir as medições e o teste funcional. Guardar o registro antigo e a nova condição aprovada, com data e justificativa.</p>
<p><strong>8 Encerramento e aceite<br />
</strong>Encerrar quando as portas estiverem identificadas, as medições e testes forem rastreáveis, a comunicação e a função forem estáveis pelo intervalo acordado, as não conformidades críticas tiverem sido resolvidas e operação e manutenção tiverem recebido o as built e os baselines. Pendências não críticas exigem responsável, prazo e aceitação formal.</p>
<p><strong>Anexo A Folha de comissionamento por porta<br />
</strong>Preencher uma folha para cada porta e anexar medições, capturas e fotografias indicadas.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13255 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662.jpeg" alt="" width="794" height="545" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662.jpeg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-300x206.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-1024x703.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-768x527.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-1536x1055.jpeg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-2048x1406.jpeg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-555x381.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-1110x762.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-600x413.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_05_folha_por_porta-e1791975064662-1200x824.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 794px) 100vw, 794px" /></p>
<p><strong><span lang="EN-US" style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Arial',sans-serif;"><br />
Anexo B Checklist de aceitação</span></strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13256 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221.jpeg" alt="" width="794" height="512" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221.jpeg 2400w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-300x194.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-1024x660.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-768x495.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-1536x991.jpeg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-2048x1321.jpeg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-555x358.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-1110x716.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-600x387.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/tabela_06_checklist_aceitacao-e1791975098221-1200x774.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 794px) 100vw, 794px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;</p>
<p><em><strong>Referências:<br />
</strong></em>[1] FieldComm Group, ODVA, OPC Foundation e PI. Ethernet-APL Engineering Guideline, AG10190, versão 1.0, 2021. https://www.fieldcommgroup.org/sites/default/files/imce_files/technology/documents/Ethernet_APL_Engineering_Guideline_v1.0.pdf<br />
[2] FieldComm Group. Ethernet-APL Specifications, página de especificações e documentos técnicos. https://www.fieldcommgroup.org/technologies/ethernet-apl/apl-specifications<br />
[3] Ethernet-APL Project. Ethernet-APL, descrição de arquitetura, alimentação e camada física. https://www.ethernet-apl.org/about/<br />
[4] PROFIBUS &amp; PROFINET International. PROFINET over APL, descrição de integração e mídia. <a href="https://www.profibus.com/technologies/profinet/connectivity-technologies/profinet-over-apl">https://www.profibus.com/technologies/profinet/connectivity-technologies/profinet-over-apl</a><br />
[5] Artigos Técnicos César Cassiolato</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>(<strong>*</strong>) <strong>César Cassiolato</strong>, CEO da <a href="https://www.vivaceinstruments.com.br/pt" target="_blank" rel="noopener">Vivace Process Instruments LTDA</a>.</em></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>PITCs concluem novas turmas de certificação em redes industriais</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 11:42:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre setembro e outubro de 2026, os Centros de Treinamentos PROFIBUS/PROFINET Certificados, PITCs Inatel e Westcon, concluíram novas turmas de formação em tecnologias de redes industriais, com treinamentos voltados à certificação de profissionais em protocolos utilizados na automação industrial. No PITC Inatel, foram concluídos cursos de certificação PROFIBUS, na modalidade Certified PROFIBUS Engineer &#38; Installer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre setembro e outubro de 2026, os Centros de Treinamentos PROFIBUS/PROFINET Certificados, PITCs Inatel e Westcon, concluíram novas turmas de formação em tecnologias de redes industriais, com treinamentos voltados à certificação de profissionais em protocolos utilizados na automação industrial.</p>
<p>No PITC Inatel, foram concluídos cursos de certificação PROFIBUS, na modalidade Certified PROFIBUS Engineer &amp; Installer (CPE + CPI), e PROFINET &#8211; Certified PROFINET Engineer &amp; PROFINET PA / Ethernet-APL (CPNE + CPNE PA).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13269 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227.jpg" alt="" width="720" height="355" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227.jpg 1540w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-300x148.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-1024x505.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-768x379.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-1536x758.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-555x274.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-1110x548.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-600x296.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/FOTO3-e1791978279227-1200x592.jpg 1200w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13259 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919.jpeg" alt="" width="721" height="382" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919.jpeg 2560w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-300x159.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-1024x543.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-768x407.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-1536x814.jpeg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-2048x1086.jpeg 2048w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-555x294.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-1110x588.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-600x318.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/WhatsApp-Image-2026-10-02-at-11.00.13-3-scaled-e1791978294919-1200x636.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 721px) 100vw, 721px" /></p>
<p>Já o PITC Westcon promoveu treinamentos de certificação PROFIBUS &#8211; Certified PROFIBUS Engineer (CPE).</p>
<p>As formações abrangem conhecimentos técnicos aplicados à instalação, engenharia e comunicação de redes industriais, incluindo tecnologias voltadas à conectividade em ambientes de automação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13247 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186.jpeg" alt="" width="721" height="430" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186.jpeg 1485w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186-300x179.jpeg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186-1024x610.jpeg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186-768x458.jpeg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186-555x331.jpeg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186-1110x662.jpeg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186-600x358.jpeg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/3-e1791978436186-1200x715.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 721px) 100vw, 721px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-13263 " src="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301.jpg" alt="" width="721" height="631" srcset="https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301.jpg 1920w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-300x263.jpg 300w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-1024x896.jpg 1024w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-768x672.jpg 768w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-1536x1344.jpg 1536w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-555x486.jpg 555w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-1110x971.jpg 1110w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-600x525.jpg 600w, https://www.profibus.org.br/wp-content/uploads/2026/10/20260925_135150-scaled-e1791978456301-1200x1050.jpg 1200w" sizes="(max-width: 721px) 100vw, 721px" /></p>
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		<title>PI aprimora a automação funcionalmente segura em máquinas e plantas de processo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 11:07:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A PI continua a desenvolver consistentemente o PROFIsafe como a principal tecnologia para comunicação funcionalmente segura. A especificação PROFIsafe atualizada, a infraestrutura de testes agora disponível e os perfis de aplicação novos e revisados ​​formam um pacote abrangente para especificação, implementação, testes e certificação. Dessa forma, a PI fortalece a base para máquinas e sistemas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span dir="auto">A PI continua a desenvolver consistentemente o PROFIsafe como a principal tecnologia para comunicação funcionalmente segura. A especificação PROFIsafe atualizada, a infraestrutura de testes agora disponível e os perfis de aplicação novos e revisados ​​formam um pacote abrangente para especificação, implementação, testes e certificação. Dessa forma, a PI fortalece a base para máquinas e sistemas seguros, flexíveis e produtivos na manufatura e automação de processos.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Bases claras e infraestrutura de testes abrangente<br />
</span></strong><span dir="auto">A especificação PROFIsafe, publicada em junho, esclarece pontos técnicos essenciais: os mecanismos PROFINET para BaseID e parametrização, valores e tipos de dados permitidos, cálculos de CRC e tempos de resposta. A versão com esclarecimentos já foi avaliada com sucesso pela TÜV. O BaseID permite, em particular, redes maiores, bem como sistemas modulares e flexíveis. Componentes PROFIsafe adicionais podem, assim, ser integrados em estruturas complexas de forma inequívoca – um pré-requisito importante para conceitos de máquinas e sistemas escaláveis. O novo PROFIsafe TestBundle, o testador de camadas e os documentos de laboratório associados também estão disponíveis para garantir um controle de qualidade eficaz. Fabricantes e laboratórios de teste de PI podem usar essas ferramentas para verificar implementações de forma reproduzível e certificar produtos de acordo com os procedimentos comprovados de PI. Isso garante consistência contínua desde a especificação até os testes independentes.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Segurança para acionamentos e automação de processos<br />
</span></strong><span dir="auto">A comunicação segura de acionamentos também está sendo continuamente aprimorada. Em junho de 2026, foi lançada uma nova versão da “Emenda PROFIdrive sobre PROFIsafe”. A interface interoperável suporta funções de acionamento seguro em diferentes fabricantes. Os conceitos modernos de segurança não apenas protegem as pessoas, mas também melhoram a interação entre máquinas e operadores — aumentando, assim, a disponibilidade e a produtividade. Com a integração agora disponível do IO-Link Safety e os primeiros produtos no mercado, a PI está assumindo um papel de liderança na implementação de ponta a ponta da segurança funcional, até o nível de sensores e atuadores. O próximo passo é a adoção mais ampla do PROFIsafe na automação de processos. Seguindo o “PROFINET sobre APL” e o Perfil PA 4, os requisitos para comunicação funcionalmente segura de dispositivos de campo de processo serão incorporados ao “Perfil para Dispositivos de Controle de Processo”. A PI coordenou de perto a versão atual com o grupo de trabalho NAMUR sobre “Comunicação Digital de Processos”. O foco é a facilidade de uso. Os dispositivos de campo PROFIsafe devem ser capazes de operar tanto no modo de segurança quanto no modo padrão. Como resultado, os operadores precisarão de menos variantes de dispositivos e poderão usar os mesmos dispositivos de forma flexível durante uma reavaliação posterior de um circuito de medição ou em instalações multifuncionais. O Perfil PA 4.10 correspondente está previsto para entrar no processo de revisão de PI em 2026. As primeiras implementações em dispositivos de teste estão previstas para o segundo trimestre de 2027.</span></p>
<blockquote><p><span dir="auto">“O PROFIsafe é a tecnologia líder e reconhecida em comunicação de segurança. Mantemos essa posição aprimorando continuamente os mecanismos fundamentais e, ao mesmo tempo, abrindo novas aplicações”, explica Xaver Schmidt, presidente da PROFIBUS &amp; PROFINET International (PI). “Com a especificação atualizada, a infraestrutura de testes abrangente e a extensão para automação de processos, estamos criando uma base sólida para máquinas e sistemas seguros e preparados para o futuro.”</span></p></blockquote>
<p><span dir="auto">Essas inovações demonstram que somente mecanismos de segurança robustos, perfis de aplicação claros e garantia de qualidade consistente podem criar uma base segura para a digitalização, conceitos de produção flexíveis e aplicações orientadas por dados. A PI combina esses componentes em um ecossistema PROFIsafe abrangente para automação de fábricas e processos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212;<br />
<em>Acesse o conteúdo original no <a href="https://profinews.com/2026/10/pi-enhances-functionally-safe-automation-in-machines-and-process-plants/" target="_blank" rel="noopener">site da PI</a>.</em></p>
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		<title>A relação entre certificação e cibersegurança: legitimidade do produto</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 11:01:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cibersegurança de redes industriais se baseia fundamentalmente em (1) estabelecer identidades confiáveis ​​e (2) controlar o que essas entidades confiáveis ​​podem fazer. Muito já foi escrito sobre os mecanismos envolvidos no segundo ponto (2): controle de acesso, defesa em profundidade, autenticação, funções, criptografia, etc. Mas pouco se escreveu sobre o primeiro ponto. Ou seja, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span dir="auto">A cibersegurança de redes industriais se baseia fundamentalmente em (1) estabelecer identidades confiáveis ​​e (2) controlar o que essas entidades confiáveis ​​podem fazer. Muito já foi escrito sobre os mecanismos envolvidos no segundo ponto (2): controle de acesso, defesa em profundidade, autenticação, funções, criptografia, etc. Mas pouco se escreveu sobre o primeiro ponto. Ou seja, como os usuários finais podem garantir (confiar) que os produtos que estão instalando em suas fábricas são legítimos e não foram comprometidos? A PI está trabalhando arduamente para abordar essas preocupações, tornando o processo o mais fácil possível para os usuários finais.</span></p>
<p><strong><span dir="auto">Estabelecendo identidades confiáveis<br />
</span></strong><span dir="auto">Em relação a dispositivos comprometidos, a solução proposta é o já consolidado IDevID. </span><a href="https://www.profibus.com/download/ieshg-whitepaper-common-ia-idevid-requirements" target="_blank" rel="noopener"><span dir="auto">Baseado no padrão IEEE 802.1AR</span></a><span dir="auto"> e aprovado pelo </span><a href="https://www.profibus.com/security" target="_blank" rel="noopener"><span dir="auto">Grupo de Harmonização de Segurança Industrial (IHSG)</span></a><span dir="auto"> , cada IDevID é único, instalado pelo fabricante, criptografado e vinculado ao hardware do dispositivo, resistente a adulterações e fornece uma identidade verificável para o dispositivo. Tudo baseado em certificados X.509, o IDevID ajuda a estabelecer confiança e permite a autenticação segura do dispositivo. Dessa forma, a questão dos dispositivos comprometidos é abordada.</span></p>
<p><span dir="auto">Em relação à legitimidade </span><strong><span dir="auto">e à sua relação com a segurança cibernética e a certificação</span></strong><span dir="auto"> , a solução proposta é o contêiner GSDX assinado. A questão dos dispositivos ilegítimos é abordada como tal.</span></p>
<p><span dir="auto"><strong>Contêineres GSDX</strong><br />
</span><span dir="auto">Os contêineres GSDX utilizam a Convenção de Pacote Aberto (como .docx ou .pptx) para armazenar o arquivo de descrição do dispositivo (GSD) e sua Declaração de Conformidade Legível por Máquina (MRCD). O arquivo é assinado criptograficamente para permitir que os usuários finais atribuam o arquivo com segurança ao fornecedor declarado (GSD) e à Instituição de Produto (MRCD). A MRCD  </span><em><span dir="auto">comprova</span></em><span dir="auto"> que o dispositivo foi testado em um Laboratório de Testes de Instituição de Produto certificado.</span></p>
<p><em><span dir="auto">Os MRCDs permitem que os usuários identifiquem rapidamente produtos habilitados para a tecnologia PI que não possuam um certificado PI válido.</span></em></p>
<p><strong><span dir="auto">Declarações de Conformidade Legíveis por Máquina (MRCDs)<br />
</span></strong><span dir="auto">Em junho de 2026, foi publicada a primeira versão (V1.0) da especificação para certificados de dispositivos legíveis por máquina. O documento “Declaração de Conformidade Legível por Máquina” (MRCD) contém a definição do formato do arquivo. A MRCD descreve as funções testadas e certificadas de um dispositivo e as disponibiliza para sistemas de engenharia para verificação de validade. Isso permitirá que as informações de certificação sejam avaliadas em um formato legível por máquina (automaticamente) por sistemas de engenharia.</span></p>
<p><span dir="auto">Um MRCD contém a declaração de conformidade para um dispositivo PROFINET representado por um Ponto de Acesso ao Dispositivo (DAP), bem como múltiplas declarações de conformidade para perfis, desde que sejam suportados por esse dispositivo PROFINET.</span></p>
<p><span dir="auto">A especificação MRCD está disponível para download para os membros aqui: </span><a href="https://www.profibus.com/download/mrcd-specification-machine-readable-conformance-declaration" target="_blank" rel="noopener"><span dir="auto">https://www.profibus.com/download/mrcd-specification-machine-readable-conformance-declaration</span></a><span dir="auto">.</p>
<p>&#8212;<br />
<em>Acesse o conteúdo original no <a href="https://profinews.com/2026/10/the-relationship-between-certification-and-cybersecurity-product-legitimacy/" target="_blank" rel="noopener">site da PI</a>.</em></span></p>
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