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Workshop de Inovação na Indústria Automotiva apresenta soluções inovadoras para o futuro da indústria nacional


 
Evento focado na Indústria 4.0 promoveu reflexão sobre o futuro da indústria brasileira e apresentou caminhos para a flexibilidade de integração de tecnologias para o setor automotivo.

Em novembro passado, seis grandes empresas do ramo industrial e referências em suas áreas de atuação, Cognex, Festo, Heidenhain, Kuka, National Instruments e Siemens, se reuniram em uma iniciativa pioneira para promover o Workshop de Inovação na Indústria Automotiva no Premium Hotel em Campinas, SP, com o propósito de apresentar as principais tendências e as tecnologias de automação mais avançadas, visando à otimização e aprimoramento de linhas de produção para que a indústria automobilística nacional obtenha as melhores soluções disponíveis no mercado para inserção na Indústria 4.0.

Com palestras realizadas por representantes das empresas organizadoras e convidados especiais da Mercedes-Benz e Mahle, o evento contou com a presença de cerca de 70 participantes e seu sucesso se deu pelo conteúdo de caráter informativo e pelas aplicações práticas e interativas englobando as soluções das seis empresas, integradas em duas demonstrações pela JVS e Tago. “Estamos em um momento em que é necessário discutir a realidade da indústria brasileira e todas as empresas organizadoras entendem que há uma carência latente no mercado por informações palpáveis sobre a integração de diferentes tecnologias. Por isso reunimos os principais desenvolvedores de tecnologias responsáveis por guiar as tendências do mercado em um evento capaz de oferecer, de forma prática e real, informações e conhecimento das ferramentas tecnológicas disponíveis para atingir a evolução da atividade industrial, com foco na flexibilidade para processos automatizados”, aponta Edgard Almeida, Gerente de Vendas da Cognex no Brasil.

No evento, todas as empresas organizadoras e seus convidados se preocuparam em debater e apresentar a importância, os principais desafios e soluções da evolução industrial, a fim de entender e auxiliar a indústria nacional no que concerne às necessidades atuais e tendências que irão ditar o sucesso de suas linhas de produção num futuro próximo. “Estamos vivendo um passo importante na automação industrial, que não é apenas momentâneo, mas sim o início de um novo ciclo onde as necessidades se tornam cada vez maiores, mais dinâmicas e que exigem soluções cada vez mais elaboradas e flexíveis, mas sem perder a simplicidade. Essa é a Indústria 4.0 ou 4ª Revolução Industrial”, afirma Fabrizio Centineo, Gestor de Negócios de Produtos Eletrônicos da Festo Brasil. “Para alcançar esse enorme desafio, o caminho é a integração das mais diversas tecnologias, buscando com que elas trabalhem em conjunto, independente de quantos ou quais são seus fornecedores. Esse evento foi de extrema importância, já que conseguimos reunir e integrar seis grandes empresas, impulsionadoras e referências nas suas tecnologias de domínio, compartilhando e ouvido de diversos clientes suas experiências e necessidades”, complementa.

Entre um dos assuntos mais discutidos dentro do tema Indústria 4.0 estava, justamente, a crescente necessidade em integrar diversas soluções de tecnologia de ponta de diferentes fabricantes e como a conseguir de forma prática e simples, para fomentar uma indústria inteligente com linhas de produção autossuficientes. Para isso, a National Instruments se concentrou no tópico IIoT (Internet das Coisas Industrial), como explica Guilherme Yamamoto, Engenheiro de Produto da empresa “A IIoT promete uma indústria mais inteligente por meio de dispositivos altamente conectados e uma infraestrutura onde as máquinas de produção, os sistemas de transporte e a rede de energia serão equipados com recursos embarcados. Em rede, estes dispositivos criarão um sistema inteligente que compartilha dados entre as máquinas conectadas à rede da empresa e na nuvem. Esses sistemas irão gerar incríveis quantidades de dados que serão analisados e processados para conduzir tomadas de decisões de negócios que melhorarão a segurança, tempo de operação e eficiência operacional, trazendo benefícios sem precedentes para a indústria nacional”.

Por ser uma realidade já praticada nos principais países de produções em grande escala ao redor do globo, a corrida para alcançar a Indústria 4.0 leva fabricantes nacionais a se preocuparem em encontrar caminhos viáveis e flexíveis para conquistar espaço num cenário mercadológico cada vez mais competitivo. “As discussões em torno do tema Indústria 4.0 são fundamentais para apontar o caminho a ser seguido pela indústria nacional, visando, entre outros objetivos, o ganho de competitividade. Por esse motivo, propomos em nossa palestra a flexibilização dos controles dimensionais através de sistemas de medição de alto desempenho”, afirma Marcos Dias, Gerente Comercial da DIADUR, subsidiária da HEIDENHAIN no Brasil.

Nesta primeira edição, o workshop concentrou-se na Indústria Automotiva, por ser uma das primeiras a desenvolver e adotar as tecnologias mais avançadas, conforme ressalta Júlio Cesar V. Silveira, diretor administrativo da JVS, “A Indústria Automotiva sempre foi desafiadora para a evolução tecnológica e sempre provocou desenvolvedores e projetistas de processos e equipamentos a superarem continuamente seus conhecimentos. Todas as tendências ditadas pelo mundo da evolução tecnológica automotiva afetam diretamente a disponibilidade, capacidade, conhecimento, forma de trabalho e resultados da JVS e o Brasil tem sido obrigado a atender e acompanhar as performances e normas ditadas pela indústria mundial que tem grande desempenho e conhecimento, além de ter que superar as dificuldades na adaptação de baixa escala de produção, quando comparada a países como China, USA e alguns da Europa”.

Com o excelente feedback por parte dos convidados e com o enorme sucesso da primeira edição, as empresas organizadoras e integradores veem a possibilidade de repetir o Workshop futuramente, talvez ampliando o número de aplicações exibidas aos participantes e incluindo outras cidades do país, a fim de levar essa experiência aos principais polos industriais do Brasil.